Série A: Chapecoense negocia Jandrei com a Sampadoria e apresenta o argentino Agustín Doffo

O técnico Gilson Kleina perdeu mais um dos seus titulares para o segundo semestre de 2018. Nesta quarta-feira, a diretoria da Chape anunciou a negociação em definitivo do seu camisa 1 para o futebol italiano E prorrogou contrato do meia argentino

Série A: Chapecoense negocia Jandrei com a Sampadoria e apresenta o argentino Agustín Doffo
Jandrei deixa a Chapecoense, onde virou ídolo, para tentar a sorte no futebol italianoCrédito: Sirli Freitas / Chapecoense

Da Redação
Chapecó, SC, 11 de julho de 2018

A Chapecoense, do técnico Gilson Kleina, está perdendo mais um titular para o segundo semestre de 2018. Nesta quarta-feira (11/7), a diretoria anunciou a negociação do goleiro Jandrei com o Sampdoria, da Itália. O clube catarinense acertou a saída do jogador por 2,5 milhões de euros (mais de R$ 11 milhões), dos quais 60% ficarão para a Chape e os outros 40% com o Tubarão-SC.

Jandrei já não participará do amistoso da Chapecoense nesta quarta-feira, contra o San Lorenzo, da Argentina, na Arena Condá. Aos 24 anos, o jogador tentará a sorte no futebol europeu, fazendo com que Gilson Kleina defina o novo titular para o gol neste segundo semestre. As opções são Ivan, Tiepo e Igor Campos.

Enquanto Jandrei deixa a Chapecoense, oficialmente quem assinou contrato foi o meia argentino Agustín Doffo, de 23 anos, que nos últimos três meses ficou fazendo testes no clube e, aprovado, assinou contrato até o final do ano.

O diretor de futebol, Rui Costa, afirmou que a Chapecoense sabia da qualidade do jogador e, por conta disso, garantiu a possibilidade de extensão do vínculo dele.

“O Agustín veio para a Chapecoense num projeto muito interessante, em que ele buscou a retomada da sua carreira. Ele é um atleta que quem é do meio do futebol conhece muito bem, por ser um dos grandes talentos da base do Vélez que, precocemente – na minha opinião – foi para a Europa, para o Vilarreal, da Espanha, e volta para o Brasil para uma experiência´´, afirmou.

Doffo falou que os primeiros dias em Chapecó foram mais complicados por conta da adaptação com a língua. O meia, no entanto, encontrou inúmeras pessoas que o ajudaram no processo, entre os quais o companheiro de clube: Canteros.

“O princípio foi um pouco complicado, porque não conseguia falar português. Mas agora consigo entender e falar um pouco, o que torna tudo mais fácil. A família de Tito (Canteros) e ele foram muito importantes neste processo´´, lembrou.

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