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Copa Paulista: André Jardine destaca a importância da “Copinha” para formação de atletas

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Da Redação
São Paulo, SP, 07 de julho de 2017

O fim de semana será de início de mais um torneio para o São Paulo. A partir deste sábado (08), o Tricolor joga também a Copa Paulista, torneio estadual que preenche o segundo semestre do nível profissional. Assim como em 2016, o clube entra no campeonato com a equipe Sub-20, e o primeiro desafio será contra o Osasco Audax, às 15h, no estádio Prefeito José Liberatti, em Osasco (SP).

O técnico André Jardine exalta a oportunidade de os jovens do Tricolor poderem, mais uma vez, disputar esse torneio, que dá mais experiência aos atletas Sub-20. Apenas os são-paulinos e os santistas entram na Copa Paulista com o elenco 100% de base.

“É uma etapa importante, enxergamos esse processo de jogar a Copa Paulista como uma das coisas mais importantes que o Sub-20 vive, porque tem contato com o jogo profissional, com jogadores mais vividos. É um nível de disputa diferente, Sub-20 é mais corrido e veloz, o profissional é mais experiente e assertivo, agrega um nível de experiência fundamental para os meninos”, analisa André Jardine, treinador dos juniores.

Com o início do torneio, a categoria passa a ter três disputas simultâneas – além da Copa Paulista, os jovens atuam no Campeonato Paulista (do qual são atuais campeões) e tentam o título inédito do Campeonato Brasileiro. Dessa forma, todos os jogadores entre 18 e 20 anos devem utilizados nesse segundo semestre, e até alguns valores da equipe Sub-17. Vale lembrar que, na Copa Paulista, todos os atletas de base podem atuar, sem limite de inscrições.

“A gente começa a equalizar os jogos pra todo o grupo, então acho que é um momento importante do ano, os meninos mais novos que não vinham jogando com mais frequência vão passar a ter pelo menos um jogo por semana. Com isso, a gente equilibra o nível de desgaste e o ganho de experiência que todos vão ter, entendemos que fará com que todos evoluam e lá no fim do ano poderemos escolher melhor os atletas de acordo com o nível dos jogos”, completa.

Sobre a estreia, o comandante são-paulino prevê um jogo complicado, e acredita que o Sub-20 vai ter que adaptar a uma nova forma de atuar. Enquanto na base os times tricolores tendem a ir pra cima em toda a partida, contra os profissionais, provavelmente, essa característica não será tão predominante por conta do nível de dificuldade dos adversários.

“Vai ser um jogo extremamente difícil, mas vamos tentar fazer um jogo extremamente coletivo, solidário. Vão nos forçar muito no jogo defensivo, sabemos que a escola do Audax é muito ofensiva. Dificilmente jogamos na defensiva no Sub-20 e vai ser um momento de inverter um pouco os papéis, aprender a sofrer um pouco no jogo e, com isso, agregar experiência”, finalizou.

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