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Série A: Para o lateral-direito Fagner, Corinthians é um modelo de gestão no futebol brasileiro

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Da Redação
São Paulo, SP, 09 de outubro de 2017

O primeiro turno do Corinthians no Campeonato Brasileiro mostrou toda a força do elenco e o alto nível de competitividade que os atletas de Fábio Carille atingiram nos 19 jogos iniciais da competição. Apesar de um segundo turno abaixo da média do time no campeonato, a equipe ainda se mantém com folga na liderança do Brasileirão.

Para o lateral Fagner, um dos trunfos do time de Parque São Jorge na temporada é o foco no bom desempenho antes de entrar em campo, que, se não ajuda o Alvinegro a dar espetáculo, é fundamental para o time conquistar suas vitórias.

“Procuramos ter um bom desempenho toda vez que entramos em campo. Mas sabemos que o futebol é muito resultado, ainda mais por tudo que o Corinthians fez no primeiro turno. Nosso principal objetivo é ser campeão. Mas da maneira que a gente trabalha, dificilmente vai falar que o Corinthians vai dar espetáculo e não vai ser campeão. Eu prefiro uma equipe assim, estruturada, e que seja campeã”, avaliou o camisa 23.

De acordo com Fagner, essa mentalidade coloca o clube no caminho certo para o sucesso e transforma o Corinthians em um exemplo para o futebol brasileiro. “O mais importante é que o Corinthians hoje passa a ser um modelo para o futebol brasileiro. Independentemente do jogador, não é o clube que se adapta ao jogador, e sim o jogador que se adapta ao Corinthians. O jogador entendendo isso, o time vai ser forte. Por isso, o Corinthians está no caminho certo”, disse ele.

Ainda segundo o jogador, a chave para o Corinthians voltar a apresentar o desempenho do primeiro turno é ser um time letal. “O Corinthians vinha sendo muito eficiente no primeiro turno, com poucas chances e sendo mortal. Continuamos criando situação. Mas tem jogos que não conseguimos criar, como contra o Vitória, e saímos chateados. Contra o Atlético-GO, criamos, mas perdemos. Saímos tristes pela derrota, mas feliz por ter criado. Tem que ter paciência para que as coisas voltem ao normal”, finalizou.

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