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Copa SP: Campeão em 1998, pentacampeão Lúcio destaca mescla entre juventude e experiência do Internacional (RS)

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Antônio Boaventura
Guarulhos, SP, 25 de janeiro de 2018

Nesta temporada, a cidade de Guarulhos (SP) foi sede da Copa São Paulo pela 16ª oportunidade. No entanto, grandes nomes do futebol brasileiro pisaram no gramado do estádio Antônio Soares de Oliveira em jogos da competição. E logo no primeiro ano, em 1998, o zagueiro Lúcio, que viria a se tornar pentacampeão mundial com a Seleção Brasileira em 2002, disputou o campeonato com a camisa do Internacional (RS) e destacou a mescla daquela equipe que levantou a taça.

“A concentração era o diferencial da nossa equipe. A determinação e a idade da equipe também era muito boa, principalmente por que era uma mescla de jovens com aqueles que estavam no último ano de juniores, então, isso ajudou para que o time pudesse ter mais experiência”, declarou o zagueiro Lúcio, que atulamente defende as cores do Gama (DF).

Depois de disputar no ano de 1997 a Copa São Paulo com a camisa do União São João da cidade de Araras (SP), o defensor se transferiu para o Internacional (RS) e revelou que aquela ocasião estava realizando um sonho, já que iria jogar a competição nacional por uma grande agremiação do País. Ele também ressaltou que aquele título foi o início das demais que tem em sua carreira.

“Disputar uma Copa São Paulo pra mim naquele momento era um sonho. Isso por que era um celeiro de jovens e poder estar representando um grande time como o Internacional (RS). Isso me deixou feliz e motivado, além de ser o início de tudo para muitas outras conquistas”, disse.

Com passagens pelo Bayern de Munique (ALE), Internazionale de Milão (ITA), Palmeiras, São Paulo e outros grandes clubes do futebol mundial, Lúcio entende que o principal legado deixado pela Copa São Paulo em sua carreira foi a valorização do jogo coletivo. O zagueiro do Gama elogiou a conduta do técnico Guto Ferreira, que comanda atualmente o Bahia, pela condução do elenco naquela ocasião.

“Só de saber que individualmente jogadores ganham jogos, mas que prevalece o espírito de união que ganha campeonato. naquele momento estava todo mundo com esse espírito. O nós é mais importante que o eu. O Guto sempre procurou passar muita motivação e treinava muito bem o nosso time”, concluiu.

 

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