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Especial: Pé quente, Evelyn Jardim considera goleiro Cássio como maior nome da história do Corinthians

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Antônio Boaventura
São Paulo, SP, 12 de fevereiro de 2018

A relação entre a mulher e o futebol pode ter uma ligação muito mais forte do que possa se imaginar. Algumas delas surgem por herança, incentivo familiar ou simpatia por tal agremiação futebolística. No caso da jornalista Evelyn Jardim, 34 anos, a preferência pelo Corinthians surgiu desde os primeiros dias de vida, além de revelar que praticamente foi alfabetizada por seus familiares através das alcunhas relacionadas ao clube. Para ela, o goleiro Cássio é o maior nome da história do Alvinegro paulista.

“Nos dias de hoje o Cássio! Não consigo pensar em outro nome. Ele pegou Libertadores, Mundial e tantas vitórias importantes. Poderia citar outros nomes que marcaram minha infância como Marcelinho Carioca, Zé Elias, Viola… mas acho que é mais real falar do presente, por isso o Cássio mesmo!”, disse a jornalista Evelyn Jardim.

Além de revelar nomes que estejam ligados a sua relação com o time de Parque São Jorge, Evelyn ressalta os jogos que garantiram os títulos do Campeonato Brasileiro de 1998 contra o Cruzeiro e o do Campeonato Paulista de 2003 diante do São Paulo como os mais marcantes. Entretanto, ela afirmou que esteve presente nas arquibancadas do estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, em São Paulo (SP), para acompanhar estas partidas.

“Não sou de ir sempre, mas fui com meu pai sempre e me lembro de dois jogos que foram legais e faz tempo! Um foi uma final do (Campeonato) Brasileiro contra o Cruzeiro e o outro em uma final do (Campeonato) Paulista, contra o São Paulo! Nestes dois o meu time foi campeão e eu chorei muito!”, declarou.

Por fim, a jornalista afirma que seus familiares o alfabetizaram através das alcunhas do clube paulista, e diz sentir orgulhosa em acompanhar e torcer para o Corinthians. A mesma também ressalta que estar na torcida pelo Alvinegro paulista pode proporcionar uma mistura de sentimentos proporcionados pela possibilidade de resultados que o futebol dispõe, porém, destaca que todos acabam em um contexto uniforme.

“Não me lembro quando, na verdade não existe eu antes do Corinthians! Meu pai é corinthiano e pelo o que eles contam me ensinavam a falar do Corinthians desde neném! Sou filha de um corinthiano roxo e assim passei a ser também. Eu tenho muito orgulho de ser Corinthiana! É um sentimento de emoção e de estar sempre com o coração na mão, seja quando está ganhando ou quando não vai tão bem assim!”, concluiu.

 

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