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Opinião: A grama sintética no futebol profissional

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Coluna Esporte na Rede, por Leandro Martins
São Caetano do Sul, SP, 20 de fevereiro de 2018

Pode até ser que a grama sintética seja um tanto quanto diferente da grama natural, orgânica. Mas, assim como a aplicação do árbitro de vídeo nos jogos do futebol brasileiro, o uso da grama sintética também é inevitável. Os custos de manutenção de um gramado natural são bem maiores do que os gastos com grama artificial. Além disso, os times brasileiros precisam desesperadamente conter despesas e aumentar as receitas e não o contrário.

Nesse sentido, quem pretende ter uma arena multiuso, com a exibição de shows e outros eventos, enxerga, no gramado sintético, uma alternativa para manter o bom estado para os jogos. Exemplo do Palmeiras, que já pensa em adotar a ideia. Finalmente, uma decisão acertada da CBF (Como Boicotar o Futebol), com corroboração dos clubes. Barrar a grama sintética beiraria à insanidade.

O estádio do Atlético-PR, a Arena da Baixada, foi um dos primeiros a implantar a tecnologia. O local é coberto, o que inviabiliza a grama natural de tomar sol. Assim, esta foi uma saída viável. Nenhum time da Série A reclamou de jogar lá. O Atlético já ganhou, já perdeu e já empatou na grama sintética, o que mostra claramente que não há vantagem competitiva. Há econômica.

O gramado sintético oficial não é um tapete remendado, colocado de qualquer jeito. Segue padrões rígidos da FIFA, em termos de altura, espessura, qualidade do material. Algo que todos os clubes deveriam adotar. E usar as economias para aplicar na implantação do árbitro de vídeo, que bem poderia ter apoio financeiro da CBF, no mínimo, meio a meio. Ganharia o campeonato, a qualidade dos gramados, dos jogos.

Jogos melhores atraem mais torcida. Mais torcida atrai mais receita de bilheteria e patrocínio. Vendas de camisas, etc. Bola de neve positiva. Mas… para quê fazer algo bacana se os dirigentes podem (e preferem) avacalhar com tudo, não é mesmo? Tomara que, um dia, alguém tenha a luz e a visão de implantar condições mais auspiciosas para nosso esporte bretão praticado em terras tupiniquins. A grama sintética foi aprovada. Menos mal. Um forte abraço e até a próxima.

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