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Sul-Americana: Júlio César e Gum classificam como “desumano” jogar na altitude da cidade de Potosí (BOL)

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Da Redação
Potosí, BOL, 10 de maio de 2018

Além do Nacional de Potosí (BOL), o Fluminense teve de encarar nesta quinta-feira, 10, um outro adversário: a altitude de mais de 4 mil metros. Contudo, a equipe do técnico Abel Braga, mesmo com a derrota por 2 a 0 para os bolivianos, acabou ficando com a vaga para a próxima fase da Copa Sul-Americana por conta da vitória por 3 a 0 no primeiro jogo realizado no Maracanã. O goleiro Júlio César e o zagueiro Gum criticaram o local da partida.

“Foi um jogo extremamente complicado. Tínhamos tido uma experiência em Quito (EQU) no passado, mas isso aqui não tem nada a ver com Quito (EQU). É vinte vezes pior. Então, o grupo está de parabéns. A gente soube sofrer na hora certa e foi extremamente difícil. A altitude é complicado. Você puxa o ar e ele não vem. Temos que valorizar a entrega e a união do nosso grupo que fez a diferença”, explicou o goleiro Júlio César.

Já o zagueiro Gum classificou o desafio do Tricolor das Laranjeiras como experiência de vida. O defensor também afirmou que o estádio Víctor Agustín Ugarte, também conhecido como estádio Mario Mercado Vaca Guzmán, foi o pior que já atuou em sua carreira. Mas, elogiou a determinação dos jogadores da equipe carioca no confronto diante dos bolivianos do Nacional de Potosí (BOL).

“Isso aqui é uma experiência de vida. Acho que foi o pior campo da minha vida que jogamos. A altitude o torna um dos piores lugares. Suportamos tudo isso com um grupo forte e sabíamos que não ia ser fácil. O futebol nos proporciona isso, mas é claro que gostaria de jogar no Brasil ou em outro lugar com melhores condições. Mas, já que estamos aqui vamos superar junto que fica mais fácil e se torna prazeroso”, declarou o zagueiro Gum.

“Foi na alma”, assim o técnico Abel Braga definiu a classificação do Fluminense na Copa Sul-Americana, depois da derrota por 2 a 0 para o Nacional Potosí, em partida disputada na Bolívia, 4 mil metros acima do nível do mar. O treinador exaltou a luta da equipe e ressaltou que as condições não permitiam que a equipe apresentasse um bom futebol.

“Hoje foi na alma. Fizemos oxigênio no hotel, antes do aquecimento, antes do jogo e no intervalo. É surreal. Isso não é para ser humano. Eu disse aos meus atletas que se fosse 3 a 0, iriamos nos classificar do mesmo jeito. Nós colocamos isso na cabeça. É aquela famosa frase: Eles ganharam hoje, mas nós classificamos”, concluiu o técnico Abel Braga.

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