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Série A: Chapecoense demite o técnico Gilson Kleina e o diretor executivo de futebol Rui Costa

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Da Redação
Chapecó, SC, 6 de agosto de 2018

A dança dos treinador segue cada vez mais frequente no Campeonato Brasileiro. Agora foi a Chapecoense, que demitiu o técnico Gilson Kleina. São 16 trocas em comissões técnicas em 17 rodadas. Apenas sete clubes ainda não mudaram o comando: Flamengo, São Paulo, Grêmio, Internacional, Atlético-MG, Cruzeiro e Paraná.

Em toda a temporada, apenas Grêmio, Inter e Cruzeiro seguem com o mesmo treinador: Renato, Odair Hellmann e Mano Menezes.

Neste segunda-feira (6/8), em comunicado oficial, a diretoria da Associação Chapecoense de Futebol anunciou o desligamento do técnico Gilson Kleina e do diretor executivo de futebol, Rui Costa.

Rui Costa chegou à Chapecoense no final de 2016 para comandar o importante e vital processo de reconstrução. Em tempo recorde, fez parte da montagem do elenco responsável por algumas das conquistas mais importantes da história da instituição, entre as quais a conquista do inédito Bicampeonato Catarinense e a estreia do clube na Libertadores da América.

Além disso, Rui esteve a frente do departamento de futebol nos emblemáticos jogos internacionais contra Barcelona, Roma e – mais recentemente – contra o Torino, bem como na conquista da melhor campanha da Chapecoense na Série A do Campeonato Brasileiro, garantida após o título do returno da competição em 2017  (Troféu João Saldanha).

Gilson Kleina, por sua vez, assumiu o comando técnico da Chapecoense em outubro de 2017 e, junto com o departamento de futebol, levou o time à arrancada histórica. O treinador tirou a equipe da zona de rebaixamento e levou à oitava posição da tabela de classificação, fazendo com que a Chape conquistasse o Troféu João Saldanha – por ter sido considerada campeã do returno -, a melhor campanha do time na história da Série A e, por fim, a vaga para a Libertadores pelo segundo ano consecutivo.

Por todo o comprometimento, o amor e o respeito destinados à essa camisa e à essa instituição num momento tão delicado da sua história, a Chapecoense agradece a ambos os profissionais e deseja sucesso nas futuras trajetórias.

“Agradeço a todos que estiveram comigo nesse período, infelizmente os ciclos se encerram. À diretoria, aos atletas, aos profissionais que trabalham no dia a dia e a todos os funcionários que amam esse clube desejo muita coisa boa para a Chapecoense e minha torcida será eterna por eles, que estão se reerguendo a cada dia´´, falou.

“À torcida que sempre me apoiou e sempre encheu a Arena Condá gritando e cantando pelo time, meu muito obrigado. À imprensa, pela cobertura diária e sempre mostrando o trabalho de muita dedicação no clube e sua apaixonada torcida´´, enfatizou o treinador, emendando ainda.

“Topei o desafio de dirigir o time no ano passado, quando muitos falavam que a equipe seria rebaixada, e a Chapecoense conseguiu se manter na primeira divisão e ainda obteve a classificação para a Libertadores. Esse ano fizemos campanha muito boa, que culminou com o vice-campeonato no catarinense. E conseguimos pela primeira vez, na história da Chape, chegar às quartas de final da Copa do Brasil e a equipe está no páreo para buscar a classificação para a semifinal´´, destacou Kleina.

No total foram 51 jogos como treinador da Chapecoense, com 21 vitórias, 20 empates e 10 derrotas, com aproveitamento de 54,25%.


Fontes: assessoria de imprensa da Chapecoense e Tuddo

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