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Libertadores: Conmebol pune o Santos pela escalação irregular do uruguaio Carlos Sánchez

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Da Redação
Santos, SP, 28 de agosto de 2018

O Santos foi duplamente punido pelo Tribunal Disciplinar da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) nesta terça-feira (28/8), quando vai enfrentar o Independiente, às 19h30, no Pacaembu, no duelo de volta das oitavas de final da Libertadores.

Depois de analisar os argumentos do Independiente, que acusou o Santos de ter escalado irregularmente o uruguaio Caio Sánchez, que deveria cumprir um jogo de suspensão recebida em seu clube anterior, e a defesa dos advogados do Peixe, a Conmebol decretou punição ao clube brasileiro. Com isso, o resultado da primeira partida, que em campo havia sido 0 a 0, agora ficou estabelecido vitória por 3 a 0 dos argentinos.

Com a decisão do Tribunal Disciplinar da Conmebol, nesta terça-feira o Santos terá de vencer por quatro gols de diferença para se classificar. Ou 3 a 0 para levar a decisão para as cobranças de pênaltis. Carlos Sánchez também está suspenso e não poderá jogar no Pacaembu.

Revoltada com a decisão, a diretoria do Santos emitiu o seguinte comunicado oficial:

“O SANTOS FUTEBOL CLUBE vem a público, diante da lamentável e constrangedora decisão da Unidade Disciplinar da CONMEBOL, manifestar seu repúdio ao critério de (in)justiça utilizado, com notório tratamento desigual da Entidade Máxima do futebol sul-americano com os Clubes brasileiros.

A postura da decisão, em reflexo do que foi vivido na audiência realizada ontem na CONMEBOL, revela a desigualdade e a incompatibilidade de armas dos Clubes disputantes da Conmebol Libertadores, especialmente quando atribui ilegalmente uma dupla punição ao Santos FC, determinando um placar de 3×0 no primeiro confronto em favor do Independiente e também retirando o atleta Carlos Sanchez da partida de hoje. Esse bis in idem punitivo é frontalmente contrário ao estabelecido no Código Disciplinar da FIFA.

Diante desta instabilidade no cenário político vivido pelos Clubes brasileiros na CONMEBOL, há uma necessidade premente de uma união de todos os representantes do desporto brasileiro em torno de nossas convicções, para que o nosso futebol não venha a ser grosseiramente prejudicado não só nas quatro linhas como fora delas.

Registramos, derradeiramente, que este Tricampeão da Libertadores e que por duas vezes levou o nome do futebol sul-americano ao topo do Mundo irá até as últimas instâncias para defender o seu direito de competir em igualdade, bem como não esmorecerá na busca incessante pela justa indenização pelos prejuízos já causados´´.

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