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Série A: Jogadores do São Paulo não encontram justificativas para o futebol medíocre em São Januário

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Da Redação
São Paulo, SP, 23 de novembro de 2018

A mediocridade marcou a derrota do São Paulo por 2 a 0 para o Vasco, na última quinta-feira (22/11), em São Januário, pela antepenúltima rodada do Campeonato Brasileiro. Trelléz mostrou a falta de habilidade de sempre e brigou com a bola. Jucilei e Hudson, lentos e preguiçosos na marcação, erraram muito, inclusive no primeiro gol. Bruno Peres andou em campo. Arboleda e Rodrigo Caio cansaram de bater cabeça na zaga. O goleiro Jean pulou tarde na bola que resultou no 1 a 0. Everton errou quase tudo. Nenê se omitiu, mais uma vez, em campo. Um time totalmente perdido e medroso!

O único consolo em meio a tanta mediocridade é que o São Paulo está classificado para a fase preliminar da Libertadores da América de 2019. E, com o mesmo número de pontos que o Grêmio, que está no G4, ainda luta para ficar entre os quatro primeiros colocados para garantir uma vaga na fase de grupos do torneio continental.

“Difícil falar, porque gente vinha de dois bons jogos. Não esperávamos a derrota, porque martelamos, mas não deu certo. Temos que levantar a cabeça e buscar os resultados nas rodadas finais do Brasileiro´´, disse Rodrigo Caio.

Nenê, que prometeu não comemorar contra o Vasco, seu ex-clube, também resolveu não jogar. Tirando uma cobrança de falta, no segundo tempo, ele não foi notado em campo. E nem precisou fazer biquinho, pois não foi substituído.

“Temos que buscar duas vitórias nesta reta final. Claro que a nossa equipe sabe das dificuldades, mas temos que ir em busca do nosso objetivo. Vale vaga na fase de grupos da Libertadores, e isso representa muito´´, avisou o camisa 10 do São Paulo, que jogou bola quando era camisa 7. Agora, o peso da responsabilidade da nova numeração parece que mexeu com os seus brios.

“Serão partidas difíceis contra Sport e Chapecoense, mas vamos encarar com foco. Precisamos dos seis pontos´´, avaliou Nenê.

O lateral-esquerdo Reinaldo comentou os confrontos com pernambucanos e catarinenses.

“Já temos que pensar nestas partidas, e precisamos do apoio do nosso torcedor no Morumbi, porque queremos a vaga direta na Libertadores´´, implorou.

Já o técnico André Jardine vem percebendo que os jogadores mais experientes estão negando fogo e a cada dia que passa vem resolvendo apostar mais na base.

“Deixamos escapar uma oportunidade de ouro de passar o Grêmio nessa rodada e encostar no Internacional, mas não acabou. Lamentamos muito especialmente o resultado. O desempenho melhorou em algumas coisas, mas muito aquém do que imaginamos, porque o desempenho melhor é que vai nos aproximar dos resultados´´, reconheceu.

Com o resultado, o Tricolor se manteve na quinta colocação, com 62 pontos – mesma pontuação do Grêmio, que está no quarto lugar e leva vantagem nos critérios de desempate. O próximo confronto será contra o Sport, segunda-feira (26/11), às 20 horas, no Morumbi.

“A gente está lutando ao máximo para o desempenho ser adequado e bater nossa meta de G4. O foco é melhorar alguma coisa especialmente em ideias para atacar, para ser mais inteligente ofensivamente. Vamos ter um jogo em casa em que vamos ter que propor. Depois, teremos o jogo fora de casa com a Chapecoense, onde vamos ter que buscar resultado´´, destacou Jardine, que acrescentou.

“Precisamos vencer. O foco passa a ser vencer os dois próximos jogos. Espero que, mesmo com tempo pequeno que tenho, consiga demonstrar um pouco da minha capacidade de fazer o time construir as próprias situações sem depender de erros do adversário e de gols ao acaso, que consiga realmente com bom futebol encontrar os resultados´´, finalizou.

 

 

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