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Mineiro: Patrick Brey destaca oportunidade de ser campeão e aprendizado com a camisa do Cruzeiro

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Da Redação
Belo Horizonte, MG, 28 de dezembro de 2018

Revelação do Campeonato Mineiro deste ano com a camisa do Tupi, o lateral-esquerdo Patrick Brey acabou sendo contratado pelo Cruzeiro para a sequência do ano. Natural de Brasília (DF) e com apenas 21 anos, o camisa 15 contou que, na primeira temporada como atleta da Raposa, o mais importante para ele, além do hexacampeonato da Copa do Brasil, foi o aprendizado.

“Sempre tive o sonho de conquistar títulos grandes, títulos importantes, ainda mais por um clube que tem vários jogadores consagrados. Além de ser campeão, eu aprendi muito neste ano. O que mais aconteceu pra mim foi o aprendizado. Todo mundo me pergunta como é jogar no Cruzeiro, como que é jogar com o Thiago (Neves), Fábio, esses caras. A gente que vive no dia a dia, vê que os caras são pessoas boas”, disse Patrick Brey.

O defensor elogiou bastante Egídio, titular da lateral-esquerda, e comentou sobre a disputa pela posição em 2019, entre os dois e outro eventual atleta que possa ser incorporado ao elenco para qualificar anda mais o grupo de jogadores do Cruzeiro. “Na verdade, não são o que os outros pensam ser, às vezes, pessoas que não têm humildade. São pessoas muito boas e me abraçaram de uma forma incrível, todo o grupo”, declarou.

“Ninguém tem garantia de titularidade jogando um jogo bem ou dois jogos bem. Futebol é momentâneo e você tem que estar bem sempre. Acho que, se Deus quiser, a disputa de 2019 entre eu e o Egídio e alguém que possa compor o elenco também vai ser saudável. A gente se entende super bem. É um cara muito sangue bom e vai ser muito saudável”, explicou.

O atleta fez questão de ressaltar que ficou bastante impressionado com a festa e a comemoração do hexa da Copa do Brasil, conquistado logo na sua primeira temporada pelo Cruzeiro, especialmente com a multidão azul na Praça Sete, ou melhor, segundo ele, Praça Seis, em alusão à goleada de 6 a 1 da Raposa sobre um de seus rivais estaduais.

“Passei por isso na Série C, pelo Vila Nova (GO). A gente foi campeão, chegamos em Goiânia e fizeram uma grande festa, mas a proporção foi totalmente inexplicável. O tanto de gente que estava na Praça 6, porque mudaram (o nome). Foi muito massa”, concluiu.

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