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Especial: Deny Bacco descarta Colorado e aponta Flamengo como principal rival do Grêmio

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Deny Bacco
Deny Bacco

Da Redação
Balneário Camboriú, SC, 23 de abril de 2020

Por conta de seu histórico, a rivalidade entre Grêmio e Internacional (RS), que também ganhou capítulos no cenário do futebol internacional – ambos estão no mesmo grupo desta edição da Copa Libertadores -, está entre as maiores do Brasil, da América do Sul e quiçá do planeta. Entretanto, para Deny Bacco, 35 anos, o Flamengo passou a ser o grande rival do Tricolor dos Pampas e não mais o Colorado, pelo menos neste momento.

Deny Bacco
Gremista, Deny Bacco entende que o Flamengo, atualmente, é o grande rival do Tricolor dos Pampas – Crédito: Divulgação

Em 40 partidas disputadas pela Copa Libertadores contra outras equipes brasileiras, o Grêmio tem como retrospecto 14 vitórias, 13 empates e 13 derrotas. Seu aproveitamento neste tipo de confronto é de 46% dos pontos disputados. Em contrapartida, o clube nacional que o Tricolor gaúcho mais enfrentou na principal competição da América do Sul foi o Flamengo [7 jogos]. Os últimos dois duelos entre eles aconteceu pela semifinal do torneio sul-americano na temporada anterior. Melhor para o Rubro-Negro carioca que venceu por 5 a 0, no Maracanã, e empatou em 1 a 1, na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS).

“O Gre-Nal é histórico e geográfico. É um amor por futebol que se divide em duas cores. Porém, acredito que hoje o Flamengo apresente mais adversidade do que o próprio Internacional (RS). Mas, algumas vitórias ficaram marcadas na memória da torcida gremista, como o Gre-Nal 407, as finais da Copa do Brasil de 2016 e da Libertadores de 2017 e a semifinal do Mundial de Clubes”, declarou Deny Bacco, que profissionalmente trabalha como relações públicas.

Natural da cidade de Passo Fundo (RS), Deny Bacco habita no município de Balneário Camboriú (SC). A gaúcha também revelou que tem os atacantes Paulo Nunes e Jardel como ídolos pelo histórico e identificação com a torcida gremista. Ela ressaltou que torcer para o Grêmio exige equilíbrio emocional para suportar as adversidades que o time encontra em seus jogos, mas que é gratificante a torcida pelo Grêmio.

“Ser gremista não foi escolha. É como ser gaúcha. Nasci assim. Ser gremista significa gostar de adrenalina e de emoção. A gente sabe que não vai ser fácil e desde o primeiro minuto sabemos que vai ser sofrido, mas que vai valer a pena. Não é pra os fracos! Tanto que fico arrasada quando perde um clássico, mas confio no meu time e ciente de que não se pode ganhar sempre”, concluiu.

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