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Especial: Estudante de nutrição, Karielen Carvalho elege final da Copa do Brasil de 2015 como maior partida do Palmeiras

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Karielen Carvalho
Karielen Carvalho

Da Redação
Mauá, SP, 17 de maio de 2020

Estudante do curso de nutrição, Karielen Carvalho, 20 anos, elegeu a final da Copa do Brasil de 2015 como o maior confronto do Palmeiras. Naquela ocasião, o Verdão venceu o Santos na disputa por pênaltis e conquistou o seu terceiro título daquele campeonato em sua história. Ela também revelou que sua paixão pelo Alviverde de Parque Antártica surgiu em função de seus familiares, que também são torcedores do clube da Pompéia, bairro da zona oeste da cidade de São Paulo (SP).

Karielen Carvalho
Estudante de nutrição, Karielen Carvalho, 20 anos, tem o ex-goleiro Marcos como maior atleta da história do Palmeiras – Crédito: Divulgação

“A final da Copa do Brasil 2015 foi o jogo mais emocionante. Foi uma final que todos desacreditavam do Palmeiras e falavam que o Santos seria campeão por que tinha mais time. E como palmeirense não desacredita do nosso time, fomos lá e mostramos que somos diferente. [Sou palmeirense] pela trajetória linda que o clube tem e venho de família que a maioria são palmeirenses”, explicou Karielen Carvalho.

Karielen ressaltou que sua preferência pelo Palmeiras veio de seu berço familiar e justifica este fato, através, de narrativas do saudoso e ilustre palmeirense Joelmir Beting.

“Com 5 anos de idade descobri o amor pelo Palmeiras e comecei a acompanhar os jogos. Cada um deles uma emoção [diferente]. Tem momentos de sofrimento, mas também tem as alegrias. Mas como disse Joelmir Beting: ‘Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense… É simplesmente impossível!'”.

Moradora do município de Mauá, que fica na região do ABCD paulista, a torcedora do Palmeiras classifica o goleiro Marcos, intitulado pela torcida de “São” Marcos, como o principal atleta da história do clube. Ela também revelou que tem como desejo acompanhar uma partida da equipe profissional do Verdão na Arena Allianz Parque, em São Paulo (SP). De acordo com ela, só foi possível assistir nos estádio palmeirense jogos das equipes de base do Alviverde.

“Além de conquistar vários títulos conosco, principalmente a [Copa] Libertadores de 1999, se recusou ir para o Arsenal (ING) para jogar a Série B [do Campeonato Brasileiro] com o Palmeiras. Isso é atitude de Ídolo. E no Allianz [Parque], infelizmente, não acompanhei nenhuma partida do profissional, só da base. Com toda certeza do mundo, ainda irei”, declarou.

E por fim, ela definiu o que seria, no seu entendimento, ser torcedora do Palmeiras. “Ser palmeirense é chorar, se emocionar, acreditar, cantar e vibrar a cada partida. É amar intensamente, viver a vida com sangue verde e branco! Dou graças a minha geração por me tornar uma verdadeira torcedora do Palmeiras!“, encerrou.

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