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Covid-19: Campeão da Libertadores de 1995, ex-atacante do Grêmio vende relíquias para ajudar pessoas mais carentes

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Campeão da Libertadores de 1995, o ex-atacante Nildo vendeu artefatos adquiridos durante sua carreira para doação ao combate ao Covid-19 - Crédito: Divulgação

Campeão da Libertadores de 1995, o ex-atacante Nildo vendeu artefatos adquiridos durante sua carreira como a camisa do ex-goleiro colombiano René Higuita para doação ao combate ao Covid-19 – Crédito: Divulgação

Da Redação com Agência Brasil
São Paulo, SP, 19 de maio de 2020

O nome dele é Ivanildo Duarte Pereira, mas pouquíssimos torcedores do Grêmio o conhecem por esse nome. Para os gremistas, ele é Nildo, ex-atacante do Tricolor Gaúcho que viveu o principal momento da carreira no clube, durante os anos de 1994 e 1995. Em decorrência dos prejuízos sociais causados pelo Covid-19, ele optou por vender relíquias para ajudar pessoas carentes em Belém (PA) e cidades do interior do Rio Grande do Sul.

Nascido na capital paraense, o centroavante marcou o gol decisivo na conquista da Copa do Brasil de 1994, contra o Ceará, no antigo estádio Olímpico, em Porto Alegre (RS). Também foram do atacante os gols – um em cada jogo – da final do Gauchão de 1995. O centroavante ainda esteve presente em várias partidas que culminaram no título da Copa Libertadores da América de 1995.

“Foi a a melhor fase da minha carreira. O gol da final no Olímpico [1 a 0 o Grêmio sobre o Ceará, pela Copa do Brasil], os dois gols nos Gre-Nais [campeonato estadual] em 1995, e a participação na campanha da [Copa] Libertadores, quando fui inscrito na reta final depois da lesão do Magno. Felicidade plena de ter feito parte dessa história”, recorda o ex-atleta, durante entrevista à Agencia Brasil.

Nildo começou a carreira esportiva na escolinha do clube Tuna Luso Brasileira, em Belém e, já nos times profissionais, passou Ceará, Brusque, Chapecoense, Avaí, Portuguesa e Paysandu, além do Tricolor Gaúcho. Na semana passada, o ex-atacante decidiu vender diversas lembranças durante sua passagem pelo Grêmio conquistas por um motivo muito nobre: ajudar pessoas mais impactadas pela crise provocadas pela Covid-19 em Belém, e em cidades do interior do Rio Grande do Sul.

“Aqueles anos foram muito bons e estão guardados na minha memória em um lugar muito especial. De lá ninguém tira. Por isso, decidi negociar medalhas, faixas, camisetas utilizadas naqueles jogos e até uma lembrança bem especial, a camiseta que ganhei do Higuita na final da Libertadores [René Higuita, folclórico goleiro colombiano, que enfrentou o Grêmio na final da Copa Libertadores de 1995]”, comemorou Nildo.

Em relação aos valores, o ex-atacante preferiu não divulgá-los. “A procura foi excelente pelo torcedores gremistas e os consulados aqui do Pará. Fico muito feliz. Só vou esperar passar o lockdown aqui em Belém para fazer a entrega das cestas básicas. Graças a Deus o objetivo foi alcançado. Não gostaria de divulgar essa minha ação. Tive que anunciar para encontrar compradores. Mas não acho correto falar quanto arrecadei. Não quero me promover. Foi um gesto humano, de carinho e amor”, concluiu.

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