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Goiano: Marcelo Almeida revela investimento do Goiás na garantia de processos seguros para retorno das atividades

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O Goiás retomou suas atividades com medidas de segurança contra a possibilidade do contágio ao Covid-19 - Crédito: Divulgação

O Goiás retomou suas atividades com medidas de segurança contra a possibilidade do contágio ao Covid-19 – Crédito: Divulgação

Da Redação
Goiânia, GO, 16 de junho de 2020

Após quase 90 dias de inatividade, os clubes brasileiros, aos poucos, retornam às suas atividades. Entre eles está o Goiás, que retornou na temporada anterior a elite do futebol nacional. Nesta retomada, Marcelo Almeida, presidente do Verdão goiano, revelou a preocupação daquela agremiação do estado de Goiás com a segurança dos profissionais envolvidos com o futebol. Diante deste cenário, o mandatário destacou o investimento realizado pelo clube nesta volta dos trabalhos.

“Estamos recorrendo a tudo de melhor e mais moderno que, temos disponível no mercado no momento, para cercarmos todos nossos atletas e colaboradores da maior segurança possível para realizarmos nossas atividades no futebol, em meio à essa pandemia”, afirmou Marcelo Almeida, presidente executivo do Goiás.

Desde, então, o Centro de Treinamentos Edmo Pinheiro e também o estádio Hailé Pinheiro, conhecido como Serrinha, em Goiânia (GO), devem passar por um processo de higienização e ou desinfecção de suas áreas por pelo menos três vezes por semana. Além desse cuidado, todo mundo que entra para trabalhar no CT, passa pela nova cabine de desinfecção, instalada na entrada do campo 1, que cuida da assepsia das roupas e sapatos de todos os colaboradores.

Na cartilha de retorno aos treinos os atletas seguem o seguinte protocolo:

*Chegam no CT já com a roupa de treino e tem a temperatura aferida dentro do carro;

*Estacionam e vão direto para cabine de desinfecção;

*Na sequência passam pela avaliação médica;

*Seguem para avaliação da fisioterapia e fisiologia;

*Liberados para avaliação física e sequência de treinos;

*Na saída passam novamente pela cabine de desinfecção e retornam para casa com o material de treino que deverá ser higienizado por cada atleta em sua residência;

“Seguimos critérios rigorosos indicados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), e ao passo que for necessário, realizaremos toda e qualquer adaptação que venha agregar mais segurança ao nosso dia a dia”, explicou Bruno Favaron, chefe do departamento médico do Verdão do Centro-Oeste.

Nestes primeiros dias serão feitas as avaliações das condições físicas dos atletas. Na sequência a preparação física terá foco no trabalho de força. “Nosso desejo é de retomar aquela forma que atingimos no momento da paralisação o mais rápido possível. Um processo dentro de um clube de futebol que as pessoas negligenciam é conhecer cada atleta. Isso é uma vantagem para nós, e todos os clube que mantiveram pelo menos 80% do plantel“, concluiu Alexandre Lopes, preparador físico.

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