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Brasileirão: No Flamengo, Marcos Braz confirma saída do lateral Rafinha para o futebol grego

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O lateral-direito Rafinha (esquerda) se despediu nesta sexta-feira (14) do Flamengo - Crédito: Alexandre Vidal

Da Redação com Agência Brasil
Rio de Janeiro, RJ, 14 de agosto de 2020

Nesta sexta-feira (14), o vice-presidente de futebol do Flamengo, Marcos Braz, confirmou a saída do lateral Rafinha para a Grécia e reiterou a confiança no técnico Domènec Torrent, apesar das duas derrotas seguidas neste início do Campeonato Brasileiro. O dirigente também defendeu o departamento médico e de fisiologia do clube quanto ao controle de peso do elenco.

Braz pediu calma e tranquilidade à torcida e afastou a possibilidade do espanhol ser demitido neste sábado (15), em caso de revés contra o Coritiba, no Couto Pereira, partida que começará às 19h30 (horário de Brasília). Nas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro da Série A, o Rubro-Negro Carioca foi superado pelo Atlético (MG), pelo placar mínimo de 1 a 0, e Atlético (GO), por 3 a 0, fora de casa.

“Ele já comunicou que vai aceitar a proposta. O Flamengo lamenta, porque não queria perder o atleta. Mas há uma cláusula no contrato, que se existisse a procura de um clube da Europa (Olimpiakos-GRE), o jogador poderia se desligar. O Rafinha está prestes a completar 35 anos e recebeu uma proposta para jogar mais dois anos em alta performance. A proposta tem números grandes, milionária, e ele fez a opção de aceitar”, explicou o dirigente flamenguista.

Braz não adiantou o nome do substituto do lateral-direito, mas diz que o Flamengo está no mercado de olho em um jogador para a posição. “Sempre tentamos contratações para dar mais musculatura ao elenco profissional do Flamengo, mesmo este ano atípico com a pandemia”, declarou.

Em relação ao técnico espanhol, Braz disse que confia no espanhol e nos profissionais trazidos por ele. Sobre as críticas de Domenèc sobre os quilos a mais de alguns jogadores, o dirigente preferiu elogiar o departamento médico e de fisiologia. Além do Brasileiro, o Flamengo tem pela frente as disputas da Copa do Brasil e da Copa Libertadores, que retorna em meados do próximo mês.

“Sem querer comparar, o Jesus teve 15 dias pra trabalhar antes da estreia, enquanto ele teve apenas quatro. Evidente que os resultados iniciais não são esperados, mas a gente entende que é preciso tempo. Estamos num momento de transição e não há clima de terra arrasada por aqui. Caso venha mais uma derrota, o técnico não vai cair, porque não trabalhamos assim”, concluiu.

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