Especial: Corintiana, estudante de medicina revela loucura realizada para acompanhar final da Libertadores de 2012

Moradora de Cuidad Del Leste, no Paraguai, a paulista Cintia Andrade, 34 anos, acompanhou a conquista Alvinegro paulista na Libertadores em um bar na Bolívia

Da Redação
São Paulo, 01 de agosto de 2017

Não é somente a fé que move montanhas neste universo, mas também o futebol. Para a corintiana Cintia Andrade, que estuda medicina no Paraguai, a ordem é não medir esforços quando o assunto é o time do coração. Na Bolívia, ela encarou uma situação que poderia ser constrangedora para qualquer outra mulher, mas não pra ela, que acompanhou a final da Copa Libertadores de 2012 em um boteco boliviano.

“Quando estudava medicina na Bolívia em 2012, procurei algum lugar para acompanhar a final da Libertadores, até por que em casa só passava os canais da Bolívia. Achei um boteco cheio de bolivianos. Só homens e só eu de mulher. Fiquei lá sozinha até o final do jogo assistindo com eles. E gritava, xingava e chorava. Foi uma loucura só”, revelou a estudante de medicina.

Acostumada as mais diversas aventuras em solo sul-americano, Cintia ressalta que a última partida em que acompanhou uma partida do Corinthians foi no ano de 2015 no Paraguai. A partida contra o Guaraní, válida pela fase oitavas de final da competição internacional, terminou com a vitória dos paraguaios por 2 a 0.

“Já faz muito tempo que fui em um estádio. A última vez que vi o Corinthians jogar foi no Paraguai em 2015, por que estudo medicina fora no Paraguai, porém, sempre acompanho o que acontece com o meu time. Naquele jogo até zoaram dizendo que eu era o açúcar Guarani”, descreveu a morena.

Ela também destacou que a mística e as características históricas que descrevem o clube e seu torcedor, o fizeram ganhar a admiração pelo Alvinegro paulista. Além dos aspectos destacados, a estudante demonstrou ter conhecimento da história do clube de Parque São Jorge, e desde, então, se intitula uma integrante do “Bando de Loucos”.

“O que me levou a torcer para o Corinthians foi a garra que temos em campo, pela torcida que é realmente um bando de loucos, pela história desse clube. Isso tudo isso só foi crescendo dentro da minha pessoa. E me fazendo enxergar não apenas um time de futebol, mas um clube cheio de histórias marcantes, com muita raça e lealdade”, concluiu.