Especial: Para Gabriela Ricca “São” Marcos e o “Divino” Ademir Da Guia são os maiores do Palmeiras

Neste domingo, 08, o Verdão recebe o Corinthians em duelo decisivo do Campeonato Paulista da Série A1, na Arena Allianz Parque, em São Paulo (SP)

Antônio Boaventura
São Paulo, SP, 07 de abril de 2018

O ditado diz que o futebol é uma caixinha de surpresa e tudo pode acontecer. Entretanto, para Gabriela Ricca este ditado fica de lado quando o assunto é o Palmeiras. Ela revelou ao Diário da Bola que sua torcida pelo Alviverde de Parque Antártica se deu em função da paixão de seu pelo clube das Perdizes, bairro da zona oeste da cidade de São Paulo (SP).

“O meu pai é palmeirense, então quando eu era pequena ele me levou no estádio, e ver aquela gritaria, a emoção, eu não sabia porque eu estava feliz, mas eu estava. Então, criei amor e fui buscar conhecimento sobre o futebol, desde então não perdi nenhum jogo”, disse Gabriela Ricca.

Torcedora apaixonada do Palmeiras, Gabriela elegeu os duelos contra o Náutico e Chapecoense como os mais especiais pra ela. O confronto diante dos pernambucanos foi válido pelo Campeonato Brasileiro de 2008 e terminou com a vitória do Verdão por 2 a 0 e a partida contra a Chape – 1 a 0, gol do lateral Fabiano -, valeu o título da competição nacional de 2016.

Contudo, a moradora da cidade de São Bernardo do Campo (SP), localizada na região do ABCD paulista, elegeu o “São” Marcos e o “Divino” Ademir da Guia como os maiores nomes de toda história do clube. “Da minha época, acho que o Marcos. Mas da história, o Ademir da Guia, que é um ícone”, declarou.

A jovem torcedora de 22 anos também ressaltou a influência que o Verdão tem em seu cotidiano. Para ilustrar sua paixão pelo clube, ela afirmou que fez uma tatuagem com o logo do clube, em local não revelado, além de ter em seu quarto como cor predominante o verde e uma quantidade expressiva de pôsteres.

“O Palmeiras significa tudo. Quando tudo dá errado na sua vida e o Palmeiras ganha, é como se tudo estivesse certo. E quando perde, é como se tudo estivesse errado. Parece que para as coisas fazerem sentido, o Palmeiras tem que estar bem. É impossível explicar um sentimento assim”, concluiu.